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Centro Pastoral

por José Henrique Cunha, em 09.04.09

Ontem de manhã tive oportunidade de jornadear nas imediações do Centro Pastoral e pude constatar que o arranjo exterior está praticamente concluído. Está simples, harmonioso e a Vila ganhou um local asseado.

Correu muita tinta e muita água passou debaixo da ponte depois do anúncio inusitado da bancada do Partido Socialista na Assembleia de Freguesia realizada em Outubro 2008. A obra realizou-se e num curto espaço de tempo. Tudo está bem, quando tudo acaba bem, mas continuo com a mesma opinião, aquela atitude constituiu um erro político.
 
Não tão harmonioso está o Centro Pastoral com uma volumetria exagerada e com um enquadramento arquitectónico questionável. Não é que não aprecie o traço da obra em si, que até gosto, mas é sobredimensionado naquele enquadramento e representa um desbaratar de dinheiros da comunidade na medida em que a população taipense, e não só, foi sujeita a um esforço suplementar de mobilização e monetário para que esta obra se realizasse. A Igreja, enquanto instituição, tem destas coisas que a própria razão desconhece. Era perfeitamente escusado.
 
Haverá prós e contra quanto à possibilidade de se ter criado uma casa mortuária naquele espaço renovado do Centro Pastoral, parece-me contudo evidente que a Igreja Velha não oferece condições condignas para funcionar como tal, seja em termos de espaço seja em termos de acondicionamento das pessoas em dias de chuva. Tudo é subjectivo mas tudo tem uma razão de ser.
 
Neste passeio matinal também reparei nos trajaninhos em granito e recordei-me de uma Assembleia de Freguesia em que alguém, não me recorda concretamente quem, questionou o perigo que representavam para os transeuntes, para além da estética, os trajaninhos que a Junta de Freguesia colocou na nossa Vila. Eu até aprecio mais estes que se encontram junto do Centro Pastoral mas parece-me também uma atitude séria questionar a questão da segurança dos transeuntes que estes oferecem.

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1 comentário

De tony a 20.04.2009 às 23:43

Quanto ao espaços envolventes, realmente ficou um local que respira outro ar. Mas apenas durante o dia pois durante a noite pode verificar-se aos olhos de todos que já está a ser ocupada por pessoas, se é assim que podemos chamar-lhes, que não interessam nem naquele local, nem na nossa vila.
Em relação à obra em si -Centro Pastoral- é algo que foi claramente elaborada para caprichos pessoas e para ser usada uma vez de vez enquanto, aliás quando este for utilizado a igreja ficará às moscas e vice-versa. A paróquia de S.Tomé de Caldelas não precisava de uma obra deste tamanho, necessitaria sim com é referido aqui de uma casa mortuária e de mais umas salas para os fins-de-semana. Consequentemente, se esse "monstro" não tivesse sido levantado, esses mesmo trajaninhos de granito nem teriam sido utilizados.
Saúde para o José Henrique Cunha. Até breve

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