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Taipas Turitermas, uma questão de transparência

por José Henrique Cunha, em 03.04.09

A Cooperativa Taipas Turitermas tem demonstrado uma maior atenção na veiculação de informação. Por estes últimos dias foi anunciado uma candidatura para a requalificação dos Banhos Velhos no âmbito do PROVERE - Programa de Valorização Económica de Recursos Endógenos, a criação de uma página na internet - taipasturitermas.pt, visitas guiadas no dia Internacional dos Monumentos e Sítios e apresentação de contas do exercício de 2008 com resultado negativo.

 

A tal musealização dos Banhos Velhos com uma candidatura ao PROVERE de 1,5 milhões de euros, não tocando no ponto essencial para o relançamento da Taipas Turitermas como um pólo de desenvolvimento económico e turístico de Caldas das Taipas, é muito positivo e ainda bem que o fizeram. Falta agora aguardar com expectativa o resultado da seriação das candidaturas. O lançamento de uma página na internet para uma empresa que se pretende relançar é também positivo.

 

Falhou, mais uma vez, a tal candidatura ao QREN para a tão necessária revitalização de serviços e equipamentos desta Cooperativa. Contudo, mais do que candidaturas, a Câmara Municipal de Guimarães pode e deve, desde que considere a Taipas Turitermas um pilar estratégico para o desenvolvimento do concelho na oferta de serviços de cuidados de saúde, bem estar e dinamismo turístico, pode e deve, dizia eu, injectar capital promovendo a sua reorganização organizacional, a redefinição do seu posicionamento no mercado e a modernização de equipamentos. Isto, falando no âmbito da Estância Termal tal e qual a conhecemos, porque, no que toca a equipamentos de lazer e turísticos - Parque das Taipas, Piscinas e Parque de Campismo - nem vale a pena recalcar.

 

É legitimo questionar se esta nova dinâmica da Taipas Turitermas :

É fruto da imposição do socialista Luís Soares no redefinido organigrama da Taipas Turitermas?

Porquê que José Luís Oliveira não apresentou mais cedo estes projectos e esta vivacidade da Cooperativa?

Havia mesmo necessidade de arranjar uma função directiva para encaixar Luís Soares, não haveria ninguém para substituir? Isto implicou custos adicionais com o pessoal?

Ou simplesmente estamos em ano de eleições e temos um plano de marketing em andamento?

 

Eu acredito, sinceramente, que as intenções são boas, no entanto, seja numa empresa privada, público-privada ou pública é essencial, por uma questão de TRANSPARÊNCIA, responsabilizar os seus gestores e/ou quadros.

É um mau principio de gestão, acrescentar quadros para resolver problemas de inércia!

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José Henrique Cunha

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