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Da JSD à Junta de Freguesia

por José Henrique Cunha, em 31.12.09

JSD de Caldas das Taipas

 

Exercer um cargo político ou fazer politica ao abrigo de uma estrutura político-partidária, seja ela qual for, é um acto de nobreza.

Podemos ser inteligentes, perspicazes na negociação, superiormente dotados na capacidade de persuadir e muito mais, mas se não houver capacidade de ser nobre no exercício de funções politicas encarna-se o que de pior há na política. Aquilo que o povo recorrentemente alcunha os políticos: interesseiros, mentirosos, etc, etc.
 
A JSD de Caldas das Taipas durante a campanha eleitoral fez passar uma mensagem, via panfleto e no seu sítio na Internet, com o seguinte título “A Verdade da Mentira”. Nesta missiva, entre outros assuntos, a JSD afirmava que a candidatura do Centro Social Padre Manuel Joaquim de Sousa ao POPH para a edificação de um lar de idosos estaria chumbada.
Passados mais de 30 dias desde o anúncio da aprovação da referida candidatura, a JSD não se retratou nem deu nenhuma explicação pública. Seria bom que explicasse com que fundamento veiculou essa informação em período pré-eleitoral sob pena de, caso não o faça, os dirigentes da JSD de Caldas das Taipas serem desprovidos de credibilidade, que é como diz povo: canalha brava sem juízo!
 
Última Assembleia de Freguesia 2009
 
Pior figura não podia fazer o executivo da Junta de Freguesia.
Para além de continuarem as lamechas pelo facto de António Magalhães não os receberem, Constantino Veiga diz agora que não aceita fazer mais reuniões com os assessores do presidente da Câmara Municipal de Guimarães porque não está para perder tempo!?
Uma coisa é denunciar a falta de respeito institucional e cultura democrática de António Magalhães, outra coisa, é fazer birra de menino. Não vamos lá com ultimatos nem com a ideia de que uma maioria absoluta confere o direito a Constantino Veiga de cantar de galo sobre a Câmara!
 
O orçamento para 2010, que o executivo liderado por Constantino Veiga apresentou nesta Assembleia de Freguesia, não contempla a verba de 36.000 Euros de renda que a Freguesia terá de pagar pelo edifício Pensão Vilas. O Tesoureiro, Armando Marques, de uma forma tosca, quis arranjar uma rubrica onde encaixar essa verba. Não conseguiu porque o Partido Socialista levava a lição estudada. Um documento desta importância não foi devidamente analisado pelo executivo? Foi aprovado de cruz?
 
Os trabalhos desta sessão ordinária prolongaram-se pela madrugada sem que houvesse assunto que o justificasse. Foram mais de cinco horas!
Deverá haver mais rédea curta no direito à réplica e privilegiar o princípio da equidade submetendo à votação da Assembleia todas as propostas.
A proposta do Partido Socialista no sentido de suspender a apreciação e votação do orçamento para 2010, face à inquestionável gralha na elaboração do mesmo, deveria ter sida submetida à votação.
 

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José Henrique Cunha

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